sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

ENTRETENIMENTO

Confira os destaques desta semana



CINEMA

O Justiceiro de Deus



Imagine um mundo quase que completamente destruído, fruto da incomparável estupidez humana, e que a fórmula para a sua reconstrução esteja gravada nas páginas de um livro, que por milênios foi ignorado pela maioria da população.


Este cenário pós-apocalíptico é o pano de fundo para o lançamento O Livro de Eli (The Book of Eli, EUA/2010), uma mega-produção cinematográfica e que estará em cartaz à partir de março, em salas de cinema do mundo inteiro.


O filme traz Denzel Washington como Eli, um homem solitário e justiceiro, cuja única missão no mundo é proteger o último exemplar da Bíblia Sagrada, pois esta contém a resposta para a salvação da humanidade.

Apesar dessa aura de ‘cristandade’, o filme apela para a violência. Eli (Denzel) usa uma espécie de espada (mas que mais parece um facão), com qual dilacera seus oponentes.


O filme é dirigido pelos irmãos Albert e Allen Hughes (os mesmos de Do Inverno). Washington, evangélico assumido, afirmou que apesar do alto grau de violência (censura da película: 16 anos), ele só aceita papéis que tenham alguma mensagem a passar ao público. Resta esperar a estréia nos cinemas para conferir a tal mensagem.



MÚSICA


Salmos embebidos em 'Riffs'


Desde que saiu do Oficina G3, o cantor e (acreditem) pastor P.G. vem tentando se afirmar no mercado fonográfico evangélico. Desde o lançamento de seu primeiro CD Solo, o cantor (nome de batismo: Pedro Geraldo Mazza) atraiu um público seleto para si, que tudo indica, lhe é satisfatório.


A próxima tacada é o álbum A Conquista (MK Music), que foi lançado em janeiro deste ano. Em poucas semanas, o disco alcançou um sucesso considerável nas rádios cariocas, especialmente com a música “Como a Brisa”.


O Cd é uma história dividida em capítulos e cada música foi escrita embasada em um salmo. PG explicou em alguns sites que o seu foco com o disco é alertar para o que é ser Cristão na Terra, biblicamente falando.


Neste trabalho, o cantor não se afasta da linha Pop Rock, que o consagrou em sua era no Oficina G3, principalmente nos álbuns O Tempo e Humanos.

LITERATURA


A vez da Mulher



Quase todos os cristãos conhecem o clássico O Peregrino, escrito em 1678 por John Bunyan, que relata a trajetória de um homem (representando o cristão) em sua caminhada rumo à Salvação. O livro já teve versões cinematográficas.


Porém, seis anos depois, o autor lançou A Peregrina (Mundo Cristão, 496 pag.), que marca a continuação da obra anterior e que, como diz o título, tem uma mulher como protagonista.


A história mais uma vez se inicia na Cidade da Destruição, de onde Cristão partira rumo à Cidade Celestial, deixando para trás sua esposa - Cristiana - e seus quatro filhos. Arrependida, ela resolve seguir os passos dele e, junto com os filhos, parte para encontrá-lo.


Toda a jornada trilhada pela personagem reflete a realidade da Igreja, que anos após anos é vítima dos ataques do Maligno. O livro, através da ficção, ensina a como lidar com estes ataques e vencer.


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